Tag

histórias reais

Browsing

A Morte Brutal e Repentina de um Ídolo da Juventude.

Christine e Léa Papin eram duas irmãs. Nascidas na França, viveram boa parte de suas vidas na região de Le Mans. A história de terror da vida das irmãs Papin começou bem antes de seus crimes, já que sua irmã mais velha, teria ido para um convento depois que o próprio pai a havia estuprado.

Esse acontecimento deixaria marcas profundas na personalidade das irmãs Christine e Léa, que conviveram com muitos outros tipos de abuso que culminou com o divórcio dos pais das meninas. Enviadas para um internato, Christine e Léa reforçaram seus laços e tornaram-se inseparáveis. Uma cumplicidade que se tornaria mortal em 1933.

As duas irmãs arrumaram um emprego na mansão de um Famoso Advogado chamado René Lancelin, casado e pai de duas meninas (uma delas não morava mais com os pais). Com o passar do tempo, a rotina exaustiva de trabalho e exigências dos patrões traria consequências. Apesar de pouco conviverem com outras pessoas, As irmãs Papin não apreciam criminosas ou pessoas com quem se devesse preocupar. Mas no dia 2 de fevereiro de 1933 a vida mudou!

O Crime das Irmãs Papin

O Advogado René Lancelin voltava para casa para encontrar sua esposa quando percebeu algo estranho. A configuração das lâmpadas acesas estava diferente do que ele esperava. Poucas luzes e muitas portas e janelas trancadas fizeram com que René desconfiasse de algo e chamasse a polícia.

Ao abrir a casa, a polícia revelou aos presentes uma das cenas mais aterrorizantes de crime já presenciadas. A Esposa e a filha de René foram assassinadas cruelmente, e o que mais assustava era a forma com que foram mortas. O corpos estavam caídos no chão com os olhos arrancadas, marcas de cortes e rostos esmagados brutalmente.

A polícia vasculhou a casa e encontra não só encontrou as Irmãs Papin, que logo confessaram a autoria das mortes, como também a faca, o martelo e a panela, usados como arma para os assassinatos brutais. As irmãs Papin foram então presas pelo assassinato, para o qual nunca demonstraram remorso. Porém, essa história de terror real, não termina por aqui!

A Condenação das Irmãs Papin

Separadas na prisão, as irmãs Papin começaram a dar mostras de seu temperamento e instabilidade emocional. Christine, por exemplo, tornou-se uma pessoa altamente imprevisível quando longe da irmã, a ponto de tentar arrancar os próprios olhos em um ataque de loucura. O que lhe rendeu uma camisa de força e um tratamento mais rígido.

Embora tivessem alegado estar sob ataque de insanidade no dia dos assassinatos. Em setembro de 1933, sob os olhares atentos de uma multidão, as irmãs Papin foram condenadas pelos assassinatos. Christine, considerada a mentora dos atos, foi condenada à morte, enquanto Léa foi considerada cúmplice dos assassinatos sob indução da personalidade dominadora da irmã. Assim terminou a curta e sangrenta história de mortes das Irmãs Papin.

O Maior e Mais Letal Acidente Nuclear da História da Humanidade.

Entre 25 e 26 de abril de 1986 a história da humanidade mudou. Uma explosão no reator 4 da usina de Chernobyl produziu o maior e mais letal desastre nuclear da história da humanidade.

A quantidade de radiação e elementos químicos liberados na atmosfera foi algo nunca visto antes, e provocou uma reação em cadeia que fez muitas vítimas. Além das pessoas que morreram em virtude da explosão, houve aquelas que faleceram em contato direto com a radiação, logo nos primeiros momentos.

O número oficial de vítimas causa muita controvérsia, porém muitas pessoas tiveram sequelas graves daquele acidente e seus descendentes também.

Vista aérea do reator que explodiu.
Vista aérea do reator que explodiu.

O acidente foi tão grave que, embora não tivesse sido comunicado pelos soviéticos logo nas primeiras horas, foi percebido pela comunidade internacional através das medições que detectaram uma nuvem radioativa misteriosa que se aproximava da Europa.

Tão logo a notícia do acidente ficou conhecida, diversas medidas foram exigidas para conter a radiação e também controlar as contaminações subsequentes.

Os Liquidadores de Chernobyl

Imagem de um integrante do grupo conhecido como: Os Liquidadores.
Imagem de um integrante do grupo conhecido como: Os Liquidadores.

Para tentar conter o desastre, que já era imenso, a União Soviética enviou bravos homens para a área do reator que nunca mais voltariam para casa. Esse grupo que esteve em contato direto com o combustível radioativo incandescente e trabalharam em cima do reator que liberava a nuvem radioativa, ficou conhecido como “Os Liquidadores”.

A radiação era tão forte, que os equipamentos eletrônicos e máquinas disponíveis não respondiam aos comandos remotos e acabavam despencando do teto do reator, ou eram tão pesados, que a estrutura fragilizada pela explosão não conseguia sustentá-los. Por isso, o grupo de liquidadores foi escalado.

Eles foram enviados para uma missão suicida, conter o vazamento de combustível e evitar que ele contaminasse o lençol freático. Esses homens trabalhavam diretamente com níveis radioativos imagináveis e pagaram um preço alto pela sua bravura.

Fotos: Internet

O Terrível Acidente que Vitimou o Promissor O Piloto de F1 François Cevert.

François Cevert era um piloto francês muito talentoso, companheiro de equipe do tricampeão mundial Jackie Stewart.

Na luta pela pole-position do grande prêmio de Watkins Glen, o Tyrrel de Cevert escorregou numa sequência de “Esses” de alta velocidade. O Carro Bateu num guardrail à direita e foi lançado contra o guardrail à esquerda. Quando bateu na proteção o carro virou com as rodas para cima e deslizou sobre a proteção de metal cortando o corpo do piloto ao meio.

O Tricampeão Jackie Stewart, ao passar pelo local, disse: “Cevert estava tão visivelmente morto, que os socorristas não tinham o que fazer.” A morte de François Cevert em 1973, foi considerada por muitos pilotos como um dos acidentes mais brutais da história da F1.

Leia Aqui a História de que uma Cigana Havia Previsto a Morte de François Cevert.

A Pequena Vila de Nagoro no Japão é um lugar tão peculiar quanto aterrorizante. Isso porque Tsukimi Ayano (moradora da vila), como forma de homenagear seus conterrâneos, resolveu fazer réplica das pessoas, à medida que elas morriam.

A estranha população já soma mais de 350 bonecos, dividindo espaço na vila das bonecas com os poucos humanos que moram por lá. Os “moradores eternos” de Nagoro podem ser localizados em diversos lugares da vila. Houve um grande preciosismo em preservar as atividades das pessoas, quando em vida. Portanto, existem crianças na escola, pessoas nas varandas das casas, pescadores à beira do cais etc.

Fonte: www.straitstimes.com

Um dos personagens mais bizarros do nazismo foi o médico Joseph Mengele. Seu entusiasmo por pesquisas, metodologia e apresentação de resultados lhe renderam uma vaga em Auschwitz.

O campo de concentração era o local perfeito para suas pesquisas. O grande número de prisioneiros no campo eram uma fonte de matéria-prima infinita. Sua dedicação e falta de escrúpulos produziram a combinação perfeita para uma matança desenfreada.

Mengele fazia todo o tipo de experimentos com os prisioneiros. Suas pesquisas iam desde a genética até a cura de doenças. Costumava desenvolver e testar armas químicas em suas vítimas. Depois, de forma metódica, dissecava seus cadáveres para analisar os resultados.

Injetava corante em prisioneiros ainda vivos entre outras atrocidades para observação dos sintomas. Tinha dedicação especial aos gêmeos que chegavam ao campo. Escolhendo sempre os idênticos para seu laboratório, seus experimentos eram variados. Mas sempre utilizava um dos gêmeos para aplicar alguma substância ou produzir gangrena nos membros. Quando o doente morria, ele assassinava o gêmeo que sobrava e dissecava seus corpos fazendo suas anotações e comparações.

Quando havia um surto de alguma doença no campo de concentração, Mengele exterminava os doentes bloco por bloco na câmara de gás. Realizava a limpeza do galpão e liberava para a chegada de novos prisioneiros.

O Incêndio do Edifício Joelma em 1974, foi uma das maiores tragédias do Brasil. No acidente 245 pessoas ficaram feridas e mais de 180 perderam a vida.

O Edifício Joelma era um dos mais modernos prédios de São Paulo em sua inauguração. Porém, um curto-circuito no sistema de ar-condicionado, provocou o incêndio que faria vítimas e personagens da Maldição do Edifício Joelma.

O cenário de horror que se desenhou com o incêndio assusta as pessoas até hoje. Além das pessoas que morreram asfixiadas, há também as que morreram carbonizadas. Inclusive 13 vítimas que morreram carbonizadas no fosso do elevador e nunca foram identificadas.

O cenário aterrorizante ficou mais dramático quando o desespero das pessoas presas no prédio atingiu seu auge.

Enquanto as equipes de TV faziam a cobertura do incêndio, as pessoas se jogavam dos andares mais altos pra fugir do fogo. Uma fuga do calor e da fumaça num salto desesperado para a morte.

Secured By miniOrange