O QUE ACONTECEU NAQUELE ANO DE 1977?

Na região de Colares, próximo a Belém do Pará estranhas luzes começam a aparecer no céu. À noite, enquanto os moradores dormem, suas casas são invadidas por feixes de luz estranhos e assustadores. O fenômeno se torna cada vez mais comum e a população ribeirinha tenta achar explicações para o fenômeno.

Cidade de Colares, PA, Brasil

Colares é um município do estado do Pará, no litoral da baía de Marajó, na microrregião do Salgado, mesorregião do Nordeste Paraense. O município tem cerca de 11 mil habitantes e 613 km² e foi criado em 1961.Wikipédia
  • População: 12.328 (2006)
  • Área: 609,8 km²

Incertos a respeito das luzes, os moradores tentam se proteger em suas casas e até mesmo utilizando armas e ferramentas.

Cada dia que passa, as aparições ficam cada vez mais aterrorizantes. Surgem os primeiros casos de queimaduras localizadas na pele de algumas vítimas das luzes. A população se assusta e apelida o fenômeno de “chupa-chupa”.

As vítimas relatavam às pessoas da comunidade que um feixe de luz localizado, atingia as telhas das casas e as tornava invisíveis. Então essa luz, através do teto, entrava e atingia as pessoas encurraladas. Algumas tentavam se esconder debaixo de mesas e outros móveis, mas isso não impediu os feixes de luz de atingirem os moradores.

Quanto eram atingidas pelas luzes, as vítimas relatavam paralisia total, embora continuassem conscientes. Seguida de dores insuportáveis e fraqueza entorpecente. Onde a luz atingia as vítimas, dor e ardência eram acompanhadas de uma estranha sensação de que o sangue estava sendo sugado de seus corpos.

Quando os feixes de luz sumiam a pele das vítimas exibia uma marca arredondada, como se estivessem passado por algum processo alérgico ao redor de uma injeção ou picada de inseto. Ainda relatavam mal-estar e outros efeitos colaterais após o contato com a luz, além da estranha cicatriz.

Operação Prato - Vítima dos UFOS em Colares PA

IMAGEM REAL Moradora atingida pelo raio de luz. Note o local que foi atingido e, no canto inferior direito da foto, o detalhe da cicatriz.

A Dra. WELLAIDE CECIM

Esse fenômeno levou muitas pessoas ao atendimento hospitalar local. Sem condições de tratar os pacientes e sem equipamentos adequados para o diagnóstico, a Drª. Wellaide Cecim, recém-chegada à cidade, direciona seus pacientes para a Capital, Belém PA.

A médica ficou espantada quando buscou notícias de seus pacientes. Eles estavam Mortos. A partir deste momento as vidas dos moradores de Colares mudaria para sempre.

A FORÇA AÉREA ENTRA NO CASO

O prefeito da cidade é acionado sobre as estranhas aparições e entra em contato com a Força Aérea Brasileira (FAB) no Comando Aéreo Regional (COMAR) de Belém PA.

A FAB destaca alguns de seus soldados e um oficial de Comando para investigar o caso. Entre eles o Coronel Uyrangê Holanda, que, mais tarde seria a maior testemunha e peça chave deste mistério.

Operação Prato - Vítima dos UFOS em Colares PA

UYRANGÊ HOLLANDA

Oficial das Forças Armadas Brasileiras, dando detalhes do Caso que ficou conhecido como Operação Prato. A maior descoberta Ufológica Brasileira.

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A INVESTIGAÇÃO

Quando chegou à região das aparições o Cel. Uyrangê Hollanda se inteirou da situação e começou a tomar providências. Na tentativa de conter a notícia, procurou a Dra. Wellaide e pediu que fosse mantida a calma. Ela deveria dizer que as pessoas estavam passando mal devido um pânico coletivo por conta das aparições.

Deu-se início à OPERAÇÃO PRATO.

O Cel. Uyrangê Hollanda e sua equipe chegaram à comunidade munidos de máquinas fotográficas, filmadoras, filmes e outros equipamentos militares porém, estranhamente, não levaram armas. Isso indica que a FAB não acreditava nos mistérios ocorridos em Colares. Apesar disso, o Cel. Uyrangê era crente quanto à presença de Extra-Terrestres, motivo pelo qual foi designado para a missão.

A missão era considerada simples. Chegar na região e descobrir qualquer fenômeno facilmente explicável e voltar para a base rapidamente. Há quem diga que os Militares atribuíam, antes de enviar a missão, as luzes a tiros disparados por grupos guerrilheiros comunistas armados que existiam no Brasil. O Ano era 1977, em pleno Governo Militar. Esses grupos lutavam contra os militares. Imaginava-se que os Comunistas haviam disparado e criado aquela situação para afastar os moradores e poder transportar armas através da mata e do litoral da região.

AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES

O Cel. Uyrangê Hollanda, à época do caso ainda Capitão das Forças Armadas, iniciou seus trabalhos em campo através de incursões na região. Comunicando-se via rádio, os integrantes da missão cobriam diversas posições atrás das famosas aparições. Em geral elas aconteciam no litoral em torno das embarcações sobrevoando as casas também.

Através das vigílias o Cel. Uyrangê Hollanda tentava coletar provas de que o fenômeno não era real. Porém, após dois meses de vigília, investigação e entrevista das pessoas, nada de concreto havia sido documentado. Através dos relatos os militares se deslocavam para a região onde havia maior concentração de aparições.

Em uma noite de vigília, uma luz brilhante azul, apareceu muito próxima à missão. Porém o Cel. ainda não convencido a respeito do que seria. A equipe tentava a todo custo revelar as fotos tiradas de maneira a esclarecer. Mas as fotos não captavam as luzes.

Analisando os negativos os Cel. Conseguiu notar os objetos presentes nas fotos. A partir dali sua investigação tomou rumos inesperados. Ele voltou às fotos antigas que não mostravam luzes. Mas analisando as ampliações conseguiu identificar alguns objetos.

O Cel. Uyrangê resolve pedir ajuda a um fotógrafo profissional para resolver o problema das fotografias de baixa qualidade. Utilizando filmes especiais ele passou a ver algo que se parecia com uma Sonda Extra-terrestre. Este foi o primeiro OVNI identificado pela Missão.

ERA REAL

Em outra vigília o OVNI apareceu de surpresa!  A equipe não conseguiu fotografar o objeto, pois já havia guardado seu equipamento. Mas o surgimento de um Disco Preto Enorme flutuando sobre a missão foi uma experiência amedrontadora, relatada pelo Cel. Hollanda.

O Disco flutuava e iluminava o chão de forma impactante e, segundo os relatos da equipe, estava interagindo com a missão. Dando a impressão de que os Militares estavam sendo monitorados pelos OVNIS.

À medida que o tempo passava a missão enviava os relatórios ao COMAR que se reportava à Brasília. Ainda que os relatórios fossem detalhados e contavam com a credibilidade do Oficial Hollanda, não houve grandes reforços na missão. Porém o sigilo em relação às aparições era grande. Somente as pessoas e os jornais da região noticiavam o fenômeno.

Ao longo da missão, que estudava diariamente as luzes e objetos, a equipe conseguiu identificar e fotografar pelo menos 9 formas diferentes. Logo concluíram que era uma Missão Extra-terrestre presente na região. Pois contava com naves diferentes e uma grande nave que recolhia as demais.

 

Ao lado alguns exemplos da documentação remetida pela Missão do Cel. Hollanda. São algumas páginas que compunham o complexo relatório realizado pela equipe durante a missão.

MAIS APARIÇÕES

O Cel. Uyrangê Hollanda toma conhecimento de uma pessoa que teve contato com um ser que desceu de uma nave. O morador estava com alguns amigos em um barco e decidiu ir até a mata para caçar paca. O morador estava em um Giral quando viu um ser descendo de uma nave. Ficou apavorado e tentou se esconder no mato, até ser identificado pelo ser. Saiu correndo em direção aos seus amigos que estavam em um barco.

O Cel Uyrangê estava vigilante. Até que uma Nave apareceu. Um barulho diferente caracterizava um objeto que flutuava através de uma plataforma giratória que mantinha o vôo lento. O Cel. se volta para a equipe e os convoca par ir até o local que o morador foi perseguido.

Chegando lá, desceram do barco e foram à mata onde o morador estava quando foi perseguido pelo Ser. Lutando contra a maré que subia cada vez mais, os militares se preparavam para ir embora. Voltaram para o barco e foram navegando pelo rio quando cruzaram com uma luz forte e baixa. Essa aparição também foi filmada e documentada e remetida ao COMAR.

Em outra aparição o Cel. Uyrangê Hollanda relata um encontro com uma nave em forma de Bola de Futebol Americano. Chegou a ver janelas na nave quando ela sobrevoou a Missão devagar e fazendo um ruído muito baixo. Desta vez a equipe fez todo o esforço para que ele observassem o máximo possível essa nave. Desligaram os equipamentos que faziam ruído, inclusive as câmeras que estavam ligadas. Desta forma o silêncio do ambiente permitiu a identificação de uma barulho parecido com uma catraca combinado ao ruído baixo da plataforma giratória.

Neste mesmo dia a mesma luz apareceu. da primeira vez estava Amarelada, mas agora azul. A equipe avistou a nave seguindo em direção a Belém. Segundo o relato a Nave era enorme e é considerada pela equipe uma das mais impressionantes já vistas na Operação Prato.

A nave pára em frente a equipe, a uma distância aproximada de 70 metros. Gigantesca e brilhante estava se exibindo para a Missão. Causando um certo temor dos militares. Aos poucos a equipe identifica a nave em forma de bola de futebol em pé. Desta vez não viram mais as janelas. Acreditavam estar diante de uma nave com as luzes internas apagadas.

 

INVESTIGAÇÃO INTERROMPIDA

Pouco depois desta aparição e da entrega de relatórios, documentos, fotos e filmes. A Operação Prato foi encerrada. A FAB decidiu encerrar a Operação sem maiores explicações, embora o relato do Cel. Hollanda seja de que os oficiais estavam convencidos da realidade do fenômeno.

CAÇADA IMPLACÁVEL

Após o encerramento da Operação Prato, o Cel. Uyrangê Hollanda continuou de forma particular a investigação. Aos finais de semana, quando estava de folga, ele continuou pesquisando e tentando algumas incursões e vigílias. Mas a grande revelação foi feita quando ele estava em casa.

Um dia à noite, o Cel. Hollanda, de posse de diversos livros sobre Ufologia, estudava a respeitos de diversos fenômenos em busca de respostas, não para a realidade dos fatos, mas para entender os objetivos do que ele já estava convencido: Era uma Missão Alienígena na Amazônia,

Nesta noite ele, sua esposa e suas filhas foram testemunhas de coisas estranhas como livros caindo no chão e bandejas que voaram e caíram no chão.

Alguns dias depois o Cel. Uyrangê Hollanda se preparava para dormir, de repente uma luz forte ilumina o quarto ao mesmo tempo de um estampido. Dois seres com roupas semelhantes as dos astronautas, um na cabeceira da cama e outro que acabara de abraçar o Cel. O que estava abraçado a Uyrangê diz ao seu ouvido com voz metalizada: “Calma, não vamos te fazer mal algum.” Rapidamente esses pequenos seres desaparecem junto com o clarão e outro estampido.

A esposa dormia tranquila e o Cel. estava confuso. era real ou não?

No dia seguinte, mais um fenômeno estranho. O Cel. foi sair com seu carro e foi testemunha, assim como sua esposa, de um acontecimento estranho. Quando foi abrir a porta do motorista, a porta do carona se abre sozinha. Quando ele entra no carro a porta do carona fecha sozinha.

HERANÇA?

Após o episódio do carro o Cel Hollanda chega ao quartel. Sente o braço pesado e repara uma vermelhidão num local específico. Quando ele põe a mão percebe um objeto estranho logo debaixo de sua pele.

Confira na sequência de imagens o pequeno objeto dentro do braço do Cel.

Este objeto nunca foi identificado em nenhum exame feito pelo Cel. Uyrangê Hollanda. Diversas radiografias foram tiradas e nada aparecia. A opção de incisão cirúrgica foi descartada pelo Coronel.

MORRE O CORONEL.

Pouco antes de sua morte, o Cel Hollanda deu uma longa entrevista à revista UFO, relatando o caso. Nesta ocasião ele revela uma impressão que teve a respeito dos motivos da Missão Alienígena. Ele relatou que acreditava ser uma missão de não-agressão. Os OVNIS vieram pela ciência, realizar pesquisas sobre os humanos, coletando sangue, animais e plantas. O Coronel acreditava que os OVNIS estavam se preparando para contatos mais próximos aos seres humanos. Por isso buscavam estudar nossa fisiologia de forma a evitar algum ser patológico, inofensivo aos humanos mas potencialmente mortal aos Extra-terrestres.

Pouco tempo depois da Entrevista, oficialmente o Cel. Hollanda suicidou-se de maneira inexplicável. Muitas pessoas afirmam que ele estava deprimido e com receio de represálias após a entrevista ele teria tirado a própria vida. Dizem ainda que o que ele viu naquele ano de 1977 mudou a sua vida e, por isso, ele estava deprimido.

Outras pessoas afirmam que ele foi assassinado. Mas por quem? São muitas as teorias, mas o fato é que, suicidando-se ou sendo assassinado, seu destino foi selado naquele inesquecível ano de 1977.

Veja ao lado um depoimento completo do Cel. Uyrangê Hollanda à revista UFO. Pouco antes de sua morte misteriosa.

MAS E OS FENÔMENOS NA ILHA DE COLARES?

 

As aparições continuaram a acontecer, mas diminuindo gradativamente. Embora não houvesse uma Operação Prato em vigor, há algo de misterioso que ficou naquela região.

Moradores relatam a vinda de pessoas diferentes, inclusive um americano que passou a morar na região com sua esposa, mas que nunca deixava ninguém entrar em sua casa. Era muito afável, mas a casa era seu reduto inviolável. Este americano se alimentava somente com comida enlatada e pouco aproveitava da região. um comportamento estranho que chamava a atenção da população e instigava a curiosidade.

Quando este americano morreu, sua casa permaneceu sendo cuidada por um caseiro, a viúva do Americano se mudara de lá. O imóvel nunca foi negociado e ficou fechado desde então.

Testemunhas afirmam, ainda que após a morte, uma comitiva vinda dos Estados Unidos teria limpado a casa e retirado tudo que havia de documentos, móveis, fotografias etc.

Depois de um fenômeno fantástico, uma investigação bem-sucedida e misteriosamente encerrada pra FAB, surge o fato novo! A misteriosa pessoa, que permaneceu durante tanto tempo na região sem motivo aparente, era, na verdade um ufólogo designado pela NASA, em colaboração com as Forças Armadas Brasileiras, para assumir o controle da Operação Prato. Claro, em sigilo absoluto e sem o conhecimento dos oficiais de baixo escalão que participaram daquela primeira fase.

E se for verdade?